"É que tudo que eu tenho não se pode dar. Nem tomar. Eu mesma posso morrer de sede diante de mim. A solidão está misturada à minha essência..."
Perto do Coração Selvagem, C.L., 1943
Total de visualizações de página
Mostrando postagens com marcador solidão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador solidão. Mostrar todas as postagens
sábado, 25 de novembro de 2017
terça-feira, 27 de outubro de 2015
Caxambu
Dez anos se passaram
O cigarro voltou
O humor solitário
um andar esperançoso e soturno
Passo em frente ao calçadão
Dezenas de amigos conversam
Dez anos se passaram
Eu novamente não paro
Sigo para o quarto
Gosto da minha companhia
Não preciso tanto de gente, talvez, como os outros, talvez.
Dez anos se passaram e ainda não sei de quase nada.
Aquela menina ainda mora aqui, morará sempre, sinto orgulho dela, firme.
Mas existe agora uma mulher, a mesma, eu mesma, prazer.
O cigarro voltou
O humor solitário
um andar esperançoso e soturno
Passo em frente ao calçadão
Dezenas de amigos conversam
Dez anos se passaram
Eu novamente não paro
Sigo para o quarto
Gosto da minha companhia
Não preciso tanto de gente, talvez, como os outros, talvez.
Dez anos se passaram e ainda não sei de quase nada.
Aquela menina ainda mora aqui, morará sempre, sinto orgulho dela, firme.
Mas existe agora uma mulher, a mesma, eu mesma, prazer.
Marcadores:
autoanálise,
feminismo,
poesia,
solidão
domingo, 11 de outubro de 2015
Viagens
Eles me deixaram uns
dias
só
meu desejo
viajo comigo
durmo comigo
como comigo
fumo comigo
estudo sexualidade
comigo
só
sem eles
sem tanto
fantasio comigo
leio comigo
escrevo comigo
cago comigo
passeio comigo
eu posso
só.
dias
só
meu desejo
viajo comigo
durmo comigo
como comigo
fumo comigo
estudo sexualidade
comigo
só
sem eles
sem tanto
fantasio comigo
leio comigo
escrevo comigo
cago comigo
passeio comigo
eu posso
só.
Assinar:
Postagens (Atom)