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quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Sobre amor e educação

"Não há diálogo, porém, se não há um profundo amor ao mundo e aos homens. Não é possível a pronúncia do mundo, que é um ato de criação e recriação, se não há amor que a infunda".

"Porque é um ato de coragem, nunca de medo, o amor é o compromisso com os homens. [...]. Como ato de valentia, não pode ser piegas" (p.110)

Paulo Freire, Pedagogia do Oprimido (1967).
Dedicatória de Pedagogia do Oprimido:

Aos esfarrapados do mundo e ao que neles
se descobrem e, assim, descobrindo-se, com eles
sofrem, mas, sobretudo, com eles lutam.


Paulo Freire, 1967


terça-feira, 17 de janeiro de 2017

"E o mundo não é um laboratório de anatomia nem os homens são cadáveres que devam ser estudados passivamente."

"Eis aí a concepção bancária da educação, em que a única margem de ação que se oferece aos educandos é a de receberem os depósitos, guardá-los e arquivá-los" (p. 80)
"Só existe saber na invenção, na reivenção, na busca inquieta, impaciente, permanente, que os homens fazem no mundo, com o mundo e com os outros. Busca esperançosa também." (p. 81)

"É que, se os homens são estes seres da busca e se sua vocação ontológica é humanizar-se, podem, cedo ou tarde, perceber a contradição que a educação bancária pretende mantê-los e engajar-se na luta por libertação".

Paulo Freire, Pedagogia do Oprimido, 1967